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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Inside the market of Cracow




Markets are landscapes that are part of any town in the world. Visiting them is an important task for anyone that wishes to know the meanders of the city. Many markets belong to the imaginary landscapes of my  personal biography: The market of  São Sebastião and the Central market in Fortaleza, Brazil,  the market of  Vandoma and  Bolhão in O Porto in Portugal, and the secondhand  market of Rotterdam on sundays.


This week-end I visited the traditional sunday market in Cracow  and they are, with no doubts,  meeting point of the locals to negotiate all types of possible products. We should not forget that  exchanges that takes place in the market  can be as material as symbolic, also that markets remounts preterit times of the human existence. In the popular market everything can be negotiated. Objects are exposed in the sidewalk of the streets. And in this exposition one combine many different objects, some of antagonistic meaning Forming micro uncommon landscapes. The symbolic meaning of the exchanges, and the strange junction of the objects  called my attention in a cold day of sunday. 


In Kazimierz, Jewish district of the town of Cracow, happens  the most antique markets of the town. Kazimierz district is one of the  most important turist points of the town. In the district one can see part of the Jewish memory of Cracow.



  1.  Weapons and history 

                                                    







2.  Political ideology and religion 




3. Beauty and esthetics of the street





4. Tea for the souls









Ricardo Nascimento

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ginga Brasil capoeira : uma caminhada de vinte anos




É com alegria e regozijo que venho parabenizar o evento de vinte anos do Grupo Ginga Brasil em São Paulo. A data comemorativa recorda a fundação do grupo pelo Mestre Nenê e todo esforço decorrido de anos de dedicação dos seus integrantes pelo crescimento do grupo dentro e fora do Brasil. São duas décadas de existência, de momentos de alegria e tristeza em que nem sempre as coisas correram bem, mas também de uma luta constante em prol da capoeira e de uma ideia de crescimento. Vinte anos é ainda um tempo curto comparado com outras agremiações, que já passaram momentos diferentes que nem sonhamos em  vivenciar. Contudo é um tempo de entrada na maturidade dos seus membros mais antigos e de reconhecimento de um trabalho árduo e rico em histórias para contar.
Como parte do grupo desde a última metade da sua existência e tendo sido  um dos pioneiros a integra-lo fora do Brasil, recordo momentos difíceis de criação e manutenção do grupo, idas e vindas de companheiros, momentos de esmorecimento e desalento, mas também de resistência e vigor em prol de uma ideia para a capoeira da qual acredito com veemência. Ganhamos mais adeptos para as nossas ideias, criamos uma associação, construirmos parcerias duradouras e organizamos um evento que já segue na sua terceira edição, cujo modelo foi exportado para o Brasil: Gingando pela Cidadania.  
Por ocasião desses vinte anos, o grupo organizou em São Paulo um grande encontro, que contou com a presença de importantes Mestres de São Paulo ( Mestre Ananias, Brasilia) e convidados da capoeira carioca ( Mestre Nestor e seu filho Itapuã). O encontro culminou com a formatura de novos gradudos, instrutores e professores, mas principalmente dos dois novos Mestres do grupo, Mestre Eduardo Negão e Mestre Boiadeiro. Em representação dos integrantes do grupo na Europa estiveram presentes o Contra mestre Bola e o Graduado Frick.  Estamos felizes por mais um degrau nessa longa caminhada.


Salve Ginga Brasil, passado, presente e futuro...

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